Enquanto aguardamos as fotos

Hoje, estilingamos em São Gonçalo, numa tarde adorável. Enquanto organizamos as fotos tiradas por lá, deixamos vocês com um pequeno poema de Marilena Moraes, feito à medida para essa lua mais do que grande que tangenciou a terra.

Superlua

Marilena Moraes

Rasgou-me sem dó a retina
Abriu com força a cortina
Se jogou no meu sofá

Lambeu o tapete da sala
Beijou a planta da jarra
Volúvel, volátil, só vem visitar.

(Este poema está publicado também no Plástico Bolha, blog que acompanhamos com entusiamo.)

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